O Vaso Azul / Hotel Solidão

Pela finura com que fixam vislumbres da condição humana, os melhores contos de "O Vaso Azul" merecem ser chamados epifânicos, quando mais não fosse por a "súbita manifestação espiritual" a que dão voz tácita ocorrer sempre na "vulgaridade" da vida cotidiana. José Paulo Paes – Jornal de Resenhas


São histórias que emocionam. Bernardo Ajzemberg – Folha de S. Paulo

Carrascosa consegue se destacar num contexto de grandes contistas, com boa narrativa, elegância e um estilo que já se impõe. Jorge Fernando dos Santos – Estado de Minas


As qualidades de escritor de Carrascosa são evidentes. Os exemplos são muitos, quer quando a narrativa é iluminada pela metanarrativa, ou quando a intertextualidade brinca com as suas palavras. Cid Seixas – A Tarde


Carrascosa é um destes novos que vem predestinado. E, como contista, está em seu elemento.
André Sefrin – Jornal do Brasil


A linguagem de Carrascosa é profundamente simbólica, recheada de emblemas e alusões transcendentes. Marcos Bagno – Jornal da Tarde

O "Hotel Solidão" é uma beleza. Raduan Nassar – Folha de S. Paulo